CDL Uberaba

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31 de março de 2010

Parceria expõe tendências do mercado

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Uniube1A parceria entre a Universidade de Uberaba (Uniube) e o portal trabalhando.com.br tem como objetivo mostrar aos alunos as opções  e tendências do mercado. A afirmação é do titular da Diretoria de Comunicação e Marketing da Uniube, Ricardo Saud, durante solenidade de assinatura do documento, realizada nesta terça-feira, no Centro Cultural Cecília Palmério. Destacou que foi feito um planejamento estratégico visando a ajudar o aluno a caminhar com as próprias pernas,  sem fugir da missão de educar. Acrescenta que esta parceria ajuda a manter  a obrigação de inseri-los no mercado de trabalho. “Ajudá-lo a pensar, raciocinar e descobrir uma veia de empreendedor. E que, ao receber o diploma ele tenha, pelo menos expectativa de trabalho, levando-se em conta que o currículo estará disponível para 300 mil empresas”, finalizou.

José Augusto Lahós do Prado, do Santander Universidades, salientou o seu  orgulhoso de ter a Uniube como conveniada, e de divulgar a ampliação desta parceria.  Disse que o Santander já atua como protagonista no desenvolvimento econômico e social desde 1996, e o portal trabalhando.com  é uma destas realizações.  A gerente de Relacionamento do Portal, Fernanda Diez, parabenizou a Uniube por ser a primeira conveniada do Estado. Garantiu que a iniciativa mostra que a Uniube é uma instituição com atitude empreendedora, que pensa no futuro dos alunos. De acordo com ela, os alunos e ex-alunos terão acesso a portais de universidades, associações, câmaras, meios de comunicação. Além disso, acrescenta,  serão 40 mil oportunidades de empregos e milhares de vagas para estágio disponíveis a partir da semana que vem. Ao acessar o site da Uniube, o aluno poderá ser direcionado para a página de empregos e estágios.  Além de possibilitar o cadastro do aluno, possibilita também às empresas publicar vagas de forma simples e gratuita.

 

UniubeFúlvio Ferreira (foto),  presidente recém-empossado da CDL Uberaba, durante pronunciamento, disse que a CDL há 30 anos cuida de empresas pequenas que querem crescer. Comentou que o trabalhando.com é uma ferramenta fantástica e possibilita parcerias estratégias com muitos frutos. O mercado, segundo ele,  está ávido por pessoas que queiram trabalhar; pessoas com capacitação, formação. “Esta parceria é uma aliança estratégica de primeira hora”, frisou.

O presidente da Câmara de Vereadores, Lourival dos Santos, destacou que  Uberaba precisa criar oportunidades, e esta parceria é “ter onde buscar”. Garantiu que a Câmara procurará ajudar e incentivar esta parceria que possibilitará ao mercado de trabalho encontrar profissionais liberais que, às vezes têm medo de enfrentar desafios. “Mostrar para eles que o mercado está aquecido para aqueles que querem estudar e acreditam num futuro melhor, enfatizou.
Fotos: Neuza das Graças
Texto:Rose Dutra
Assessoria de Comunicação
Universidade de Uberaba (Uniube)

Vestuário infanto-juvenil será padronizado

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Vestuário infanto-juvenil será padronizado utilizando referęncias a partir das medidas do corpo da criança, e năo mais pela idade

Foto: Divulgação |

Maria Adelina, da ABNT: “Novo padrão é uma demonstração de lealdade com o consumidor”

Quando alguém pensa em comprar uma roupa para criança é comum ficar em dúvida quanto ao tamanho. Por mais que as etiquetas dos produtos tragam a referência de idade, nem sempre o tamanho condiz com a estatura e o peso. Isso porque em uma mesma faixa etária é possível encontrar crianças com diferentes perfis físicos. Há as que são mais magras, as que estão acima do peso, as que são mais altas ou baixas. Outro problema é que as confecções costumam utilizar diferentes padrões de modelagem, o que faz com que a numeração das peças varie de acordo com a marca da roupa. Uma proposta da Associação Brasileira de Vestuário (Abravest), que representa as indústrias produtoras de roupas, e da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) busca padronizar as modelagens do vestuário infanto-juvenil utilizando como referência medidas do corpo da criança ao invés da idade.

O estudo sobre a vestibilidade das roupas infantis começou em junho deste ano, quando o comitê de vestuário da Abravest procurou a ABNT, que é o foro nacional de normalização de medidas, para fazer uma consulta nacional. “Foi uma demanda das próprias confecções. Muitas indústrias produtoras de uniforme escolar se sentiam lesadas por outras que não produziam roupas de qualidade”, afirma Maria Adelina Pereira, presidente do Comitê de Normalização de Têxteis e Vestuário da ABNT. Ela explica que o modelo vigente no Brasil para identificar as peças infantis é falho porque leva em consideração as fases do desenvolvimento da criança como se existisse uma média padrão. “É só entrar numa sala de terceira série que você vai perceber que nem todas as crianças têm a mesma altura ou o mesmo desenvolvimento.”

A Abravest e a ABNT realizaram durante três meses consultas públicas sobre a padronização do vestuário infantil. Foram ouvidos mais de 1 mil empresários, modelistas, varejistas e consumidores que deram sugestões para a padronização. A Abravest e a ABNT fizeram um conglomerado de 24 medidas corporais sugeridas pelo setor que podem ser acrescentadas ao modelo atual de modelagem. As propostas foram publicadas na norma NBR 15800, promulgada em novembro deste ano. “Essas medidas poderão ser adotadas pelas indústrias e duas ou três delas podem aparecer ao consumidor indicadas na etiqueta”, conta Maria Adelina.

Com a norma, a forma de comunicar as medidas ao consumidor também muda. A proposta é que as etiquetas tragam, além da idade indicada, a estatura mais adequada para cada peça e uma medida referencial. No caso de uma camiseta, pode ser a estatura e a medida do tórax, e nas calças, a altura e o tamanho da cintura. “O novo padrão é uma demonstração de lealdade com o consumidor, porque você está falando para que corpo foi feita aquela roupa”, explica Maria Adelina.

A presidente do comitê explica que a norma é voluntária e que se adapta a ela quem desejar porque não haverá fiscalização. “A tendência é que o próprio setor cobre o uso desses novos padrões.” Ela conta que em caso de licitações para uniformes escolares é possível que a escolha das empresas esteja condicionada à utilização da norma.
Para que as confecções se ajustem aos padrões, a Abravest vai entregar as novas modelagens aos seus associados. As fábricas que adotarem as medidas como padrão ganharão ainda o selo de qualidade da Abravest. Já os lojistas vão receber folders com explicações sobre as numerações propostas pela nova norma e os modelos dos moldes.
Para Roberto Chaddad, presidente da Abravest, a padronização aumenta a qualidade dos produtos brasileiros e pode até melhorar as vendas. “O varejo está a favor da mudança, principalmente os grandes magazines. Riachuelo, C&A e Pernambucanas já garantiram que todas as confecções vendidas por eles no próximo ano já sairão de acordo com a nova norma.”

A fabricante de roupas infantis Brandili Têxtil já está se adaptando à proposta da Abravest. Quando começaram as consultas públicas sobre a norma, a empresa passou a rever a sua modelagem. “Hoje nosso padrão está de acordo com a proposta, o que temos que fazer são pequenas alterações”, afirma Márcia de Artini, gerente industrial da Brandili Têxtil. Já na coleção primavera-verão, a marca pensa em identificar as peças utilizando, além da faixa etária, as medidas do corpo da criança. “Pensamos em uma etiqueta adesiva que traga informações sobre a altura mais indicada para aquela numeração”, diz.

Com a tendência das fábricas em oferecer etiquetas com informações sobre a altura, cintura e tórax, os varejistas precisarão fazer pequenas adaptações em suas lojas. Uma delas é disponibilizar aos clientes fitas métricas para que eles possam se medir antes de experimentar as roupas. Dessa forma, antes de ir ao provador, o consumidor já poderá saber se a peça servirá ou não – o que faz diminuir o tempo no provador e as filas. Em alguns casos, é possível até que o varejista possa diminuir o espaço destinado aos provadores na loja. “O provador é espaço perdido, onde infelizmente é registrado roubo de peças, roupas ficam sujas com maquiagem ou mesmo são rasgadas. Com essa nova norma, isso tudo fica minimizado”, afirma Maria Adelina.

O novo padrão pode promover ainda uma redução da necessidade de troca das peças e facilitar as compras pela internet, já que pelas medidas do corpo o consumidor conseguirá saber qual é a sua numeração mais adequada para seu perfil, sem precisar vestir a peça. “Nos Estados Unidos a venda de roupas por catálogo e pela internet é muito grande, e com esse sistema que estamos tentando implantar aqui no Brasil, as vendas nesse segmento também podem aumentar”, diz Chaddad. A DeMillus, loja especializada em venda de lingeries, já utiliza as medidas do corpo para orientar suas consumidoras. No site da marca há informações sobre quais medidas devem ser consideradas para avaliar o tamanho da peça mais indicado. Por exemplo, quem compra sutiã pode ter como referência o tamanho do busto e da medida embaixo do busto.

Para que mais empresas adotem o novo sistema, Chaddad acredita que é necessário que o consumidor e os lojistas exijam a padronização. “Chegou a hora do consumidor fazer com que as confecções cumpram a regra espontaneamente”, explica. Ele orienta aqueles que se sentirem lesados com confecções que não atendem aos padrões, que liguem para o Procon, para a indústria fabricante ou para a própria Abravest. Para o ano que vem a Abravest e a ABNT pretendem começar os estudos e a consulta pública sobre a padronização do vestuário adulto masculino e feminino. Além da consulta pública para a padronização do vestuário infantil, as entidades trabalharam juntas na padronização da modelagem de meias em 2008. “Com essas normas, o mais importante é eliminar produtos de baixa qualidade que vêm do exterior com preços baixos e tamanhos que não condizem com o nosso padrão e, com isso, pretendemos ainda ajudar a combater a pirataria”, explica Chaddad.

 Medição dos brasileiros

Foto: Divulgação |

Senai/RJ vai medir mais de 10 mil voluntários de diferentes regiões para padronizar o vestuário adulto

O Senai Cetiqt do Rio de Janeiro começou a realizar este ano uma pesquisa antropométrica para estimar qual é a medida corporal padrão dos adultos brasileiros. A ideia é medir mais de 10 mil voluntários em diferentes regiões do País e, a partir do resultado, trabalhar para uma padronização do vestuário adulto. Para realizar a pesquisa, o Senai comprou um body scanner, aparelho que faz a leitura do corpo humano através de 16 pontos de luz e 32 sensores. O aparelho é uma espécie de cabine, ou provador “câmara escura”, que produz uma imagem tridimensional do corpo no computador e avalia mais de 100 medidas corporais. A pesquisa está sendo realizada no Estado do Rio de Janeiro, onde deve medir mais de 2 mil pessoas, e em março do ano que vem o aparelho deve ser levado a Pernambuco.

A ideia é ter subsídios para trabalhar numa revisão da norma sobre tamanhos e medidas e ter informações para determinar um manequim padrão do brasileiro ou mais manequins que sejam referência. “Não é só ter o manequim padrão, mas você vai ter informações bastante detalhadas sobre o perfil do público que você quer atingir. A indústria poderá otimizar melhor os recursos de matérias-primas e melhorar a questão de logística porque vai mandar para determinadas regiões do País peças de acordo com o perfil da população”, explica Ariel Vicentini, coordenador de tecnologia do Senai Cetiqt do Rio de Janeiro.
Para realizar a pesquisa, o Senai conta com uma equipe multidisciplinar formada por especialistas em modelagem, estatísticos, profissionais de educação física e fisioterapeutas que avaliam os dados medidos pelo body scanner. As informações devem ser computadas até o final do primeiro semestre de 2010 e o resultado da pesquisa deve ser divulgado em 2011. “Nós apresentaremos as informações obtidas com a pesquisa para a indústria, mostraremos como o trabalho foi feito e quais critérios foram analisados para que eles apliquem esse conhecimento na fabricação das peças”, afirma Vicentini.

Neste ano, o body scanner já foi utilizado para medir a corporação da Marinha do Brasil e a equipe técnica do Vasco. Em parceria com a Penalty, o Senai Cetiqt ajudou a confeccionar uniformes padronizados para o Vasco de acordo com os diferentes perfis físicos. “Os jogadores se sentiram muito mais confortáveis com o novo uniforme, porque a manga da camiseta estava no tamanho certo do braço deles e o calção mais adequado à cintura”, comenta Vicentini. A satisfação dos jogadores produziu ainda, segundo o coordenador do Senai, até um melhor rendimento no campo. “Desde que eles começaram a usar o novo uniforme, o Vasco não perdeu mais e até voltou para a primeira divisão do Campeonato Brasileiro.”

Cinco formas de perder o controle da sua agenda

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Saber a maneira correta de administrar a sua agenda é fundamental, mas entender aquilo que faz com que você perca o controle das atividades é o primeiro passo. Afinal, é preciso antes identificar o problema para depois solucioná-lo.Pensando dessa forma, para garantir que uma gestão do tempo tenha sucesso, com as tarefas separadas e cumpridas de acordo com a sua importância, se torna necessário uma avaliação crítica dos métodos que você utiliza para se organizar. Abaixo, listo cinco deles que não levam à organização.

- Não anotar suas demandas – Se você faz gestão de tempo por memória, é provável que as urgências e esquecimentos tornem-se rotineiros. Isso porque é muito mais fácil e assertivo planejar algo que se consiga visualizar claramente e, assim, desenhar sua estratégia para execução.

- Lotar a segunda-feira – Uma segunda-feira mal planejada é a chave para estragar o restante da semana. Se você perder o controle das suas atividades no primeiro dia e não recuperar na terça-feira, dificilmente conseguirá manter o planejamento semanal. Além do que, você pode ter o sentimento de improdutividade por não ser capaz de finalizar tudo o que pretendia;

- Planejar o dia – O dia não deve ser planejado, já é tarde demais para fazer isso, ele deve ser priorizado! O planejamento é antecedência, isso significa que você deve pensar nas suas atividades, no mínimo, dos próximos 3 dias, caso contrário será quase impossível reduzir as urgências previsíveis;

- Trabalhar por E-mail – Quem paga seu salário não é o seu servidor de mensagens eletrônicas, logo, não trabalhe para ele. Quem define a sua rotina é você mesmo, e não as demandas que chegam pela Internet. É um grande erro ficar com o correio eletrônico aberto o tempo todo, por isso estipule alguns horários por dia para verificar a sua caixa;

- Usar o calendário para anotar tarefas – Seu dia possui tarefas (tem um dia específico para serem executadas, mas não um horário pré-determinado) e compromissos (ficam na agenda e tem hora de início e término). Dessa forma, a adoção de um calendário não é uma boa alternativa. Isso porque este método não foi feito para agendar atividades ao longo do dia muito e muito menos para realocá-las em casos de furo.

Com estes cinco exemplos, reitero que os métodos errados podem arruinar uma agenda realmente eficaz. Não basta apenas focar no que uma boa gestão do tempo trará de benefícios, é importante, antes, verificar quais os meios adequados para chegar até ela e quais aqueles que devem ser evitados.

Christian Barbosa é especialista em administração de tempo e produtividade.

CDL Uberaba na reunião da diretoria e distritais da FCDL-MG

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Fúlvio, Roberto Alfeu (SPC Brasil) e Stacciarini

Fúlvio, Roberto Alfeu (SPC Brasil) e Stacciarini

A Federação das CDLs de Minas Gerais promoveu, dia 24 de março, um almoço com a presença de mais de 50 cedelistas representantes do movimento. A CDL Uberaba esteve representada pelo presidente Fúlvio Ferreira e pelo conselheiro Antônio Alberto Stacciarini. Foram tratados assuntos do Movimento Lojista e divulgação das atividades previstas para este ano como a finalização da reforma da sede, o 7º Encontro de Profissionais das CDLs Mineiras, a 51ª Convenção Nacional, em Santa Catarina, a expansão das CDLs no interior mineiro,sobre o Projeto 2014, que é referente a melhoria da infra-estrutura das cidades-sede da Copa do Mundo no Brasil, a reunião entre FCDL-MG e Federaminas para regulamentar os planos de saúde para estas entidades.

Os deputados Duarte Bechir, presidente da Frente Parlamentar de Apoio ao comércio varejista e o deputado Dr. Viana, vice-presidente da frente, participaram da reunião e tiveram a oportunidade de debater com os dirigentes lojistas assuntos de interesse da classe. Os nobres parlamentares escutaram as reivindicações e reafirmaram seu compromisso com o setor varejista. ” Estamos a disposição de vocês, a Frente Parlamentar foi criada para levar ao parlamento mineiro os anseios da classe”, comentou o presidente da Frente Parlamentar, Duarte Bechir. O deputado Dr.Viana também escutou atentamente os empresários.

O presidente da FCDL-MG, José César da Costa, informou que a Federação é o canal direto de contato entre estes empresários e os deputados e todos as reivindicações do setor podem ser encaminhadas para o e-mail da FCDL-MG (gerencia@fcdlmg.com.br).

O presidente da CDL Uberlândia e também Vice-diretor administrativo financeiro da FCDL-MG, Celso Vilela, leu uma carta enviada a Câmara, relativa ao Projeto de Lei (PL), do deputado Ibsen Pinheiro, referente a partilha dos “royalties” do petróleo, entre os Estados Unidos e a União.

O presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro, participou da reunião e agradeceu ao presidente José César pela oportunidade de participar de momentos como este. ” É sempre gratificante participar de reuniões com o Movimento Lojista mineiro, tão representativo em nosso Brasil”, comentou Roque.

Ao finalizar o almoço, as autoridades, os presidentes e diretores, visitaram à nova sede, ainda em fase de reforma para verificarem o andamento das obras. Na oportunidade, a FCDL-MG propôs às CDLs uma ação entre amigos para arrecadar recursos para a conclusão do projeto.

Fonte: Site FCDL-MG 

CDL atenta ao prazo de validade de alvarás

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Fúlvio, Samuel, Manoel e Mauro

Fúlvio, Samuel, Manoel e Mauro

O vereador Samuel Pereira (PR) se reuniu ontem, na Câmara Municipal de Uberaba, com três entidades classistas, a CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas), representada pelo presidente Fúlvio Ferreira; o presidente do Sindicato dos Contabilistas de Uberaba, Mauro Sérgio de Melo, e Manoel Rodrigues Neto, diretor financeiro da Associação Comercial Industrial e de Serviços de Uberaba (Aciu). Na pauta da reunião, o Projeto de Lei proposto pelo parlamentar que estende o prazo de validade do alvará, que é de um para três anos. Para Samuel, a ideia de propor a alteração surgiu da própria classe de empresários e comerciantes. “Eles reclamam da burocracia na hora de renovar o alvará de funcionamento e como fui comerciante, sei muito bem o que eles estão dizendo”, disse Pereira.
Para o presidente da CDL, Fúlvio Ferreira, o Projeto de Lei é interessante para os comerciantes, pois irá desafogar o trabalho burocrático das empresas. O representante da ACIU, Manoel Rodrigues Neto, viu com bons olhos o projeto e sugeriu ao vereador que coloque no texto final ou como emenda, que o VAF (Valor Adicionado Fiscal) seja entregue anualmente, pois recursos do Estado são devolvidos aos municípios, aproximadamente 25% do montante das declarações transmitidas pelas empresas. 
Para o presidente do Sindicato dos Contabilistas, Mauro Sérgio de Melo, o trabalho dos contabilistas será minorado, facilitando e ao mesmo tempo dinamizando a entrega de outros documentos, como por exemplo, o VAF. Outro ponto levantado pelo contabilista é que, “o município também sai ganhando, pois não precisará mobilizar equipes de fiscais em tão pouco espaço de tempo, como vinha acontecendo”, afirmou
Melo.

 A votação do Projeto de Lei, na CMU, deve acontecer na primeira reunião ordinária dos vereadores no mês de abril.

Fonte: Assessoria do Vereador Samuel Pereira

 

30 de março de 2010

Declaração do Simples novo prazo

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O prazo de entrega da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN), que venceria amanhã,  foi prorrogado para o dia 15 de abril.  Resolução fixando novo prazo de entrega será publicada amanhã, no Diário Oficial da União.

SEF anuncia mudanças para NOTA FISCAL ELETRÔNICA E CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO – CT-e

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Com a publicação do  Decreto  nº 45.328  no MG de  17/03/2010 foram  feitas alterações no Regulamento do ICMS, trazendo disposições relativas a:

a) documentos e livros fiscais;

b) normas relativas à emissão do Conhecimento de Transporte Eletrônico – CTe, e adequações das regras já contidas no Regulamento do ICMS.

c) Alterações das regras de emissão do formulário de segurança em situação de contingência da Nota Fiscal eletrônica.

Situação de Contingência
O modo de emissão em contingência nada mais é do que a forma pela qual se permite a emissão de uma nota fiscal eletrônica, mesmo quando o software emissor não conseguir efetuar a conexão com o site da Secretaria da Fazenda do Estado. E a alteração trazida foi que até 31 de março de 2010, na hipótese de sua emissão, o contribuinte deverá lavrar termo no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência, modelo 6, informando:

a) o motivo da contingência;
b) numero dos formulários de segurança utilizados;
c) data e hora do seu início e do seu término,
d) a numeração e série das NF-e geradas neste período

Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e)
Foi criado o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), modelo 57,  que é o documento emitido e armazenado eletronicamente, de existência apenas digital, com o intuito de documentar prestações de serviço de transporte de cargas, cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e pela autorização de uso da Secretaria de Estado de Fazenda.

O Conhecimento de  Transporte  Eletrônico substituirá os seguintes documentos:
a) Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas, modelo 8;
b) Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas, modelo 9;
c) Conhecimento Aéreo, modelo 10;
d) Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 11;
e) Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 27;
f) Nota Fiscal de Serviço de Transporte, modelo 7, quando utilizada em transporte de
g) cargas.

O Conhecimento de  Transporte  Eletrônico será Obrigatório:
a) nas hipóteses definidas em protocolo celebrado entre os Estados e o Distrito Federal;
b) conforme portaria da Superintendência de Arrecadação e Informações Fiscais (SAIF), na hipótese de contribuinte que possua estabelecimento somente neste Estado;

Observação:

Não estando o contribuinte obrigado ao uso do CT-e, poderá  aderir a tal sistema facultativamente.

O contribuinte optante ou obrigado à emissão de CT-e deverá:
a) efetuar previamente seu credenciamento na Secretaria de Estado de Fazenda,observado o disposto em portaria da Superintendência de Arrecadação e Informações Fiscais (SAIF) da referida Secretaria;

b) manter e entregar arquivo eletrônico, conforme previsto no Regulamento do ICMS, referente à totalidade das operações de entrada e de saída de mercadorias ou bens e das aquisições e prestações de serviços realizadas no período de apuração;

c) observar as especificações técnicas previstas no Manual de Integração do

Contribuinte do Conhecimento de Transporte Eletrônico – CT-e disponibilizado no endereço eletrônico: www.fazenda.gov.br/confaz/

Importante!
O arquivo digital do CT-e só poderá ser utilizado como documento fiscal após ter seu uso autorizado por meio de Autorização de Uso do CT-e, pela Secretaria de Estado de Fazenda.

Documento Auxiliar do CT-e (DACTE)

Foi criado o Documento Auxiliar do CT-e (DACTE) para acompanhar a carga durante o transporte, ou para facilitar a consulta do respectivo conhecimento, a ser emitido pelo contribuinte. É uma espécie de “DANFE”  criado para a nota fiscal eletrônica.

FONTE: CDL-BH

29 de março de 2010

União cria a segunda gigante de eletrodomésticos

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A rede de varejo baiana Insinuante (Bahia) anuncia nesta segunda-feira (29) a união de suas operações com a Ricardo Eletro, de Minas Gerais, formando uma varejista de móveis e eletrodomésticos com cerca de 500 lojas no país.  A fusão cria a segunda maior rede do varejo de eletroeletrônicos do país. A Ricardo Eletro foi fundada em 1989 e tem cerca de 260 lojas nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Sergipe, Alagoas, Goiás e Distrito Federal, dividas em lojas de rua, shopping e megastore. A companhia tem cinco centros de distribuição. A Insinuante começou a operar em 1959 e atualmente possui aproximadamente 220 lojas, em todos Estados do Nordeste mais Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Das duas empresas, apenas a Ricardo Eletro possui filial em Uberaba.

Fonte: G1

IPI de móveis volta em abril

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O Governo Federal decidiu não manter a isenção do Imposto Sobre Produtos Industrializados de móveis e de placas laminadas a partir de abril, mas informou que o tributo ficará em um patamar mais baixo do que era cobrado anteriormente.

Em novembro do ano passado, o governo zerou o IPI do setor, que enfrentava dificuldades por conta da crise financeira internacional. O benefício está programado até o fim deste mês, ao custo de R$ 217 milhões.

A nova alíquota de IPI sobre móveis, por exemplo, será de 5% para todos os produtos. Antes da desoneração, segundo o Ministério da Fazenda, a alíquota do IPI incidente sobre alguns itens, como móveis estofados, era de 10%.

 

Fuja do Preço. Venda Valor!

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Uma das decisões mais difíceis a serem tomadas em vendas, sem dúvida, é a formulação do preço. O que é um preço justo? O cliente aceitará pagar? São algumas das questões que tiram o sono de qualquer gestor comercial.
Mas antes vamos ver o que diz a teoria sobre formação de preços. Entre as inúmeras que existem decidi usar como fonte de referência as do autor Philip Kotler. Segundo Kotler as técnicas mais utilizadas são:
- Determinação de preço orientada para os custos. Neste caso a empresa forma seu preço levando em consideração os custos diretos e indiretos de fabricação e determina uma margem de lucro. Essa margem é chamada de markup e varia de mercado para mercado.
- Determinação de preço orientada para a demanda. Aqui entra a velha e boa “lei da oferta e da procura”. Tem demanda e pouca oferta o preço sobe. Tem mais oferta do que demanda o preço cai. Nesta teoria entra o valor percebido pelo cliente na relação “custo versus benefício”.
- Determinação de preço orientada para a concorrência. A preocupação é se nossos produtos ou serviços estão caros ou baratos em relação aos nossos concorrentes. Caso o seu produto não tenha algo diferente a oferecer e for igual aos demais o fator decisivo para o cliente tende a ser o preço. Por que pagar mais por algo que todo mundo oferece?
A essa altura do campeonato você deve estar pensando: – E aí, qual o melhor modelo? A resposta é simples: não tem melhor ou pior, mas sim as circunstâncias de mercado que a sua empresa está vivendo em determinada linha de produto. É preciso equilibrar as três teorias: ninguém quer vender por um preço mais baixo do que custou, deve haver procura pelo produto e ter preço compatível com a concorrência.
Por isso é preciso criar uma percepção de valor junto à equipe de vendas para que os mesmos repassem isso a seus clientes. É a comunicação com o cliente que cria uma imagem de valor, que convence o seu João a pagar um pouco mais pelo o meu produto.
A forma com que o gestor se comunica com a sua equipe faz toda a diferença no processo. Treinar os vendedores a sair “fora da caixa”. Saber argumentar, mostrar o valor do produto, usar planilhas com resultados de testes, promover testes com o cliente, enfim ser o maior defensor da venda do valor e não do preço. Caso o preço seja compatível com a concorrência e existem diferenças que podem ser percebidas pelo cliente a empresa pode e deve vender por um preço superior ao da concorrência até por que isso cria uma percepção de maior qualidade dos nossos produtos.
Ao agir assim pode ter certeza que o assunto “preço” irá migrar para “valor”, que prazos e formas de pagamento serão meros detalhes de quem precisa comprar de você. Acredito com forte convicção que preço é argumento de quem não tem argumento. Quais são os seus argumentos para que o cliente pague o valor merecido pelos seus produtos?
Paulo Araújo é palestrante de motivação e vendas e escritor

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