CDL Uberaba

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30 de novembro de 2010

Sebrae em Ação tem início na CDL

Arquivado em: Notícias e Novidades

Por Lúcio Castellano

Presidente da CDL, Fúlvio Ferreira, recepciona técnicas e instrutores do Sebrae Minas

Presidente da CDL, Fúlvio Ferreira, recepciona técnicas e instrutores do Sebrae Minas

Começou na manhã desta terça-feira, 30, a ampla e rica programação de atividades que integra o Sebrae em Ação em Uberaba, através de três consultorias de gestão em grupo, ministradas pelos instrutores Armando Basile Filho, Haroldo Santos Araújo e Luciana Carvalho. O presidente da CDL Uberaba, Fúlvio Ferreira, esteve presente no início dos trabalhos, ao lado das técnicas do Sebrae Minas – Microrregião Uberaba Andréa Marques Lima e Sabina Maria de Oliveira.

Sobre a importância do Sebrae em Ação, Fúlvio Ferreira assim se expressou: “É um evento que tem atitude. Aborda uma série de temas, com ricas palestras e oficinas. Em síntese: proporciona um momento para que o empreendedor possa reciclar seus conhecimentos e estar afinado para o Natal, que este ano, em termos de vendas no comércio lojista de Uberaba, promete ser o melhor dos últimos dez anos”.

A solenidade de abertura oficial do Sebrae em Ação acontece logo mais, às 19h, no auditório da CDL Uberaba.

O Sebrae em Ação vai prosseguir até o dia 02 de dezembro. É um evento itinerante que oferece produtos e serviços para micro e pequenas empresas de todo o Estado. Por onde passa, deixa conhecimento para quem quer incrementar seus negócios e se preparar para atender a um mercado cada vez mais exigente.

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29 de novembro de 2010

É hora de trocar de emprego

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Ausência de desafios, salários baixos, não gostar do que faz, clima organizacional ruim são alguns dos fatores que indicam que é a hora de procurar uma recolocação profissional. Especialista diz, contudo, que antes é preciso avaliar os pós e contras antes de pedir demissão.

Falta pouco mais de um mês para 2010 acabar. É nesse momento que muitas pessoas aproveitam para repensar suas atitudes e iniciar projetos novos no ano seguinte. Trocar de emprego ou conquistar uma vaga no mercado de trabalho, por exemplo, estão entre as principais promessas de ano novo.

Quem já está empregado, mas está insatisfeito com a atual colocação profissional, precisa fazer uma avaliação antes de pedir demissão, o profissional tem que ter consciência que assumirá riscos, pois toda a escolha implica em uma perda. É preciso identificar o que o trabalho atual oferece como o financeiro, o clima organizacional ou os desafios proporcionados. Depois, coloque tudo na balança e analise as vantagens e desvantagens.

Encontrar satisfação no ambiente de trabalho não é tarefa fácil. Trabalhar desanimado, não ter expectativas profissionais, não ter um bom relacionamento profissional com colegas são alguns dos indícios que apontam que é hora de mudar de emprego. Na dúvida a melhor saída para o trabalhador insatisfeito é ter coragem e encarar um novo desafio.

Ninguém é insubstituível, pessoas infelizes no ambiente de trabalho tornam-se improdutivas e, com certeza, serão trocadas por outras mais cedo ou mais tarde. Portanto, é importante que o profissional não espere para que o pior aconteça e seja ele mesmo o agente da mudança.

Pessoas que mantém o network sempre atualizado, que buscam aperfeiçoamento profissional e estão antenadas com as necessidades do mercado têm mais chances de conquistarem uma recolocação profissional. O mesmo vale para pessoas que ainda estão desempregadas e querem entrar no mercado de trabalho.

Hoje em dia o mercado de trabalho está muito dinâmico e necessita de pessoas atualizadas e motivadas. Além disso, o tempo de permanência em uma organização está cada vez mais curto. Por isso, muitos executivos não cogitam seguir carreira em uma única empresa.

A mudança, muitas vezes, pode estar dentro da própria empresa. Muitos executivos trocam de função várias vezes na mesma organização. Nesses casos, é recomendado que a pessoa procure o gestor do local e converse sobres suas expectativas profissionais, mostrando suas habilidades e demonstrando interesse em contribuir com a empresa em setores onde tem mais afinidade, ressaltando que, se a pessoa achar que não tem mais nada para aprender na empresa, então o momento é propício para mudar de emprego.

Motivação – Quem ainda está desencorajado a investir na mudança, vale a pena conhecer a parábola da águia e da galinha, escrita pelo Frei Leonardo Boff. No texto, ele compara a atitude das duas aves e sugere para que os leitores voem cada vez mais alto, não se contentando com os grãos que lhe jogam para ciscar.

Ainda, que cada pessoa tem dentro de si uma águia, que quer nascer e sente o chamado das alturas. As pessoas que alcançam o vôo sublime são as que se recusam a deitar-se a suspirar e desejar que as coisas mudem, pois não reclamam sua sorte e, em vez disso, vão atrás de mudanças.

Roberto Carvalho Cardoso é administrador e mestre em finanças. 

 

Quando ninguém entende você, de quem é a culpa?

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Outro dia escutei um gerente se queixando do alcance “limitado” de sua equipe. Ele chamava isso de “burrice” e dizia que não agüentava mais repetir as mesmas coisas duzentas vezes. Era como se ninguém entendesse Português. Ora, aqui temos um princípio básico de comunicação para analisar. Se ninguém entende Português, porque você continua falando Português? Não estaria na hora de mudar o seu idioma?

Muito mais inteligente do que demitir, perder a paciência ou sair se queixando, é tentar entender o porquê de não ser entendido. Pesquisas apontam que hoje cerca de 70% dos problemas das empresas têm origem nas falhas de comunicação. A questão é que os problemas de comunicação em geral são invisíveis, camuflados e até apagados. Freqüentemente são varridos para debaixo do tapete, porque os efeitos da comunicação não acontecem na hora e então ninguém fica sabendo. E o fato é que saber expressar-se corretamente, que antes era obrigação apenas dos comunicadores, virou condição de empregabilidade.

Hoje nove em cada dez empresas fracassam na execução da estratégia. Não pelo fato do fracasso em si, mas pelas razões que os gestores sabem, mas na maior parte das vezes, nada fazem para mudar o cenário. Segundo o professor Robert Kaplan, criador do conceito de Balanced Scorecard, se não for possível medir algo, não será possível gerenciá-lo. Se não for possível gerenciá-lo, não há como melhorá-lo. Logo, é preciso começar a mensurar os prejuízos que a comunicação inadequada está trazendo para as organizações.

O mais interessante em tudo isso é que, obviamente que queremos melhorar os processos dentro das empresas e quase tudo isso não é novidade. Muito se fala em execução, mas novamente temos a falha de comunicação como a inimiga oculta número um para que as coisas aconteçam conforme precisamos. Por isso, o professor defende: “comunique sete vezes de sete modos diferentes”. E o que ele quis dizer com isso?

Podemos provocar três tipos de reações nas pessoas quando nos comunicamos. Elas podem ficar sabendo de alguma coisa que estamos informando, ser influenciadas em seus sentimentos e fazer algo quando provocamos uma ação. O nosso objetivo, o que dizemos e a forma como dizemos são fundamentais para o estabelecimento da comunicação, isto é, para sermos compreendidos e conseguirmos as atitudes pretendidas. Mas isso nem sempre acontece quando você comunica na primeira vez. É preciso repetir, mudar a forma, o jeito, as palavras, o meio. Mesmo que o público ainda seja exatamente o mesmo.

O que vemos, porém, é o avesso em ação: uma única mensagem, propagada uma única vez, da mesma maneira, para públicos totalmente diferentes. Você já ouviu falar que quem fala para todo mundo não fala para ninguém? A pessoa que está se comunicando, para obter sucesso, precisa levar em consideração:

- A quem se destina a sua informação? Descubra primeiro quem é o seu público-alvo.

- Qual é o seu objetivo? O que você deseja que aconteça a partir dali.

- Qual é a informação que quer passar? O que quer que as pessoas saibam, sintam ou realizem.

- Como a comunicação está elaborada? A forma como ela é apresentada.

Chega de terceirizar a comunicação ou querer encontrar culpados ou subterfúgios inteligentes para justificar a burrice das pessoas. Afinal, quando as pessoas não entendem você, a culpa é toda sua. E nessa esfera repleta de ruídos, quem levará vantagem competitiva? Aquele que melhor souber fazer uso das ferramentas de comunicação disponíveis no mercado. E o que eu quero dizer com isso? Quando ninguém entende Português, que tal tentar falar Chinês?

Alessandra Assad – Diretora da AssimAssad Desenvolvimento Humano. 

CDL integra banca de TCC

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O presidente da CDL, empresário Fúlvio Ferreira participou sábado da Banca Avaliadora dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) do curso Gestor Jr., uma ação social mantida pelo Colégio N.S. das Dores. Das 8h às 12h30m os convidados avaliaram nove Planos de Negócios elaborados pelos alunos sociais, todos adolescentes da rede pública estadual. Entre os presentes estava também a Priora da Província Nossa Senhora do Rosário – uma das seções da organização dominicana mundial – Ir. Cleonice Cardoso.
 “O nível dos trabalhos apresentados foi excelente. Nossos cumprimentos não só pelo evento, mas pelo trabalho realizado o ano todo”, destacou o presidente da CDL. O curso Gestor Jr. visa a preparação dos adolescentes para a entrada no mercado de trabalho, com disciplinas como Matemática Financeira, Marketing, Psicologia Organizacional, Valores Dominicanos, Informática, Português e Inglês com foco empresarial.
“Os TCCs levam esses adolescentes a experimentarem como se planeja e se administra uma empresa. Com isso, ao entrarem no mercado de trabalho, podem compreender melhor a vida do empresário. Além disso, estimula neles a perspectiva de um dia montarem seus próprios negócios”, explica o coordenador e professor do curso Heitor Átila Fernandes. Os Planos de Negócios apresentados tiveram foco em empresas de prestação de serviços e comércio. Divididos em equipes, os alunos tiveram que provar a viabilidade do negócio, calculando a lucratividade, rentabilidade, ponto de equilíbrio , prazo de retorno, além de criarem estratégias empresariais.
Participaram ainda da Banca Avaliadora, os empresários José Carlos Lau ( Casa do Torneiro), Abel da Silva ( Silva Gás), Lélio Soares Rosa( Proempe e WebC), Ademir Gonçalves ( auditor independente) , Marina Araujo ( Agência P&A), Marta Fabri ( diretora do CNSD), além de professores e profissionais do CNSD. O curso Gestor Jr. é uma ação de Responsabilidade Social do Colégio N. S. das Dores.

 

Fúlvio Ferreira, José Carlos Lau, Abel Silva, Fabiana Cominatto, Ademir Gonçalves. Banca de TCC do curso Gestor Jr.

Fúlvio Ferreira, José Carlos Lau, Abel Silva, Fabiana Cominatto, Ademir Gonçalves. Banca de TCC do curso Gestor Jr.Priora Irmã Cleonice observa apresentação dos Planos de Negócios

Priora Irmã Cleonice observa apresentação dos Planos de Negócios

Priora Irmã Cleonice observa apresentação dos Planos de Negócios

28 de novembro de 2010

Sebrae em Ação na CDL Uberaba

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Por Lúcio Castellano 

Evento estimula capacitação empresarial com serviços gratuitos

Os empreendedores de Uberaba terão três dias para conhecer oportunidades de negócio e esclarecer dúvidas sobre gestão de empresas. Durante o Sebrae em Ação, que será realizado de 30 de novembro a 02 de dezembro, serão oferecidas palestras, consultorias e oficinas sobre diversos temas, entre os quais finanças, marketing, atendimento ao cliente e vendas.
As atividades são gratuitas e as inscrições devem ser feitas pelo 0800 570 0800 ou www.sebraemg.com.br.

A abertura oficial do evento será na próxima terça-feira (30), às 19h, no auditório da CDL Uberaba que sedia toda programação do Sebrae em Ação.  O Sebrae em Ação é um evento itinerante de orientação e capacitação empresarial. Somente nos nove primeiros meses de 2010, o programa atendeu 17,9 mil clientes em 75 municípios mineiros.

SAIBA MAIS
Sebrae em Ação.
A oportunidade que vai até você.
30 de novembro a 2 de dezembro, em Uberaba
Local de realização:
SOLENIDADE DE ABERTURA E PALESTRA: CDL Uberaba
Rua Luiz soares 520 – Vila Olímpica 
Informações:
(34) 3318-1800
Vagas limitadas
Entrada na palestra de abertura: 1kg de alimento não perecível

Realização Sebrae Minas, com o apoio da CDL Uberaba, Aciu, Banco do Brasil e Unitecne – Unidade de Tecnologia e Negócios da Uniube

O Sebrae em Ação é um evento itinerante que oferece produtos e serviços para micro e pequenas empresas de todo o Estado. Por onde passa, deixa conhecimento para quem quer incrementar seus negócios e se preparar para atender a um mercado cada vez mais exigente. 
• Orientação de Negócios: atendimento individual para empresários e potenciais empreendedores, de forma presencial e on-line;
• Palestras: apresentação de temas atuais, como marketing, finanças, planejamento e plano de negócios;
• Clínicas Tecnológicas: atendimento técnico que fornece soluções em tecnologia nas áreas de interesse dos par ticipantes, como design, alimentos, agronegócio, artesanato, entre outros;
• Teatro Empresarial: peças de teatro que trazem, de forma interativa, informações sobre gestão e abertura de empresas;
• Cine Sebrae: atendimento realizado a partir de cenas de fillmes com foco em  nanças, marketing, RH e empreendedorismo;
• Consultorias de Gestão: atendimento presencial, individual ou em grupo, realizado por especialistas. Os temas discutidos
são marketing, finanças, RH, gestão e legislação.

30/11/10 (1º dia)
Atividade Horário Tema
Auditório
19h Solenidade de abertura
19h30 Palestra Magna: Nuno Cobra -

Consultoria de Gestão em Grupo
9h – 12h Como identificar oportunidades e conquistar clientes
9h – 12h Motivação
Oficina
08h30 – 12h30 Plano de Negócios
14h – 18h Campanhas Promocionais Consultoria de Gestão em Grupo
14h – 17h Gestão de Recursos Humanos
14h – 16h Trabalhando com foco nos resultado

Cine Sebrae 16h – 18h Empreender por oportunidade

01/12/2010 (2º dia)
Atividade  Tema Consultoria de Gestão em Grupo
9h – 12h Motivação
08h30 – 12h Cadastro, Crédito e Cobrança
Oficina
08h30 – 12h30 Como elaborar estratégias de comercialização
14h – 18h Plano de Negócios
14h – 18h Plano de Vendas
Cine Sebrae 14h – 16h Eficácia de Equipe
Palestra Magna 19h – Usando Tecnologia para vender mais e melhor no Varejo
Palestrante: Dagoberto Hajjar
02/12/2010 (3º dia)
Atividade Horário Tema
Palestra Gerencial 09h às 11h Administração Competitiva
Oficina
08h30 – 12h30 Plano de Negócios
08h30 – 12h30 Plano de Marketing
Consultoria de Gestão em Grupo
14h – 17h Como planejar e controlar seu estoque aumentando sua lucratividade
14h – 17h Recrutamento e Seleção
Cine Sebrae
14h – 16h Pensamento Inovador
16h – 18h Criando Oportunidades
Palestra Magna 19h Teatro: A Loja II “Como lidar com clientes difíceis”

O Sebrae em Ação chegou para deixar sua micro ou pequena empresa pronta para crescer. Participe.

26 de novembro de 2010

Compromisso com o sucesso

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Responda rápido: o que é, o que é que faz uma pessoa atingir suas metas? Se você respondeu comprometimento, acertou.

Vejamos um atleta, por exemplo, ele se conhece a ponto de dizer de bate – pronto: seu peso, suas medidas, cada item que compõe sua dieta alimentar, descreve em detalhes como é sua rotina de exercícios, lembra-se de todas as conquistas, além de informar acerca das próximas competições que irá disputar.

O atleta quer o pódio, o reconhecimento, a lágrima da mãe, o beijo da namorada e a próxima medalha. Quer ver que seu esforço recompensado, pois se comprometeu com seu próprio sucesso. Perceba que a dor dos tendões é o que menos importa, pois o que vale é realizar o sonho.

Pois é, e comprometimento é individual. Ninguém pode se comprometer em realizar os sonhos ou tarefas de outra pessoa, inclusive, já viu alguém toma um remédio para que o outro se cure? Fazer exercícios para que o outro emagreça? Sabe, tem gente que até tenta fazer isso, mas… É importante salientar que não podemos nos auto-abandonar.

Comprometimento é responsabilidade, obrigar-se a cumprir regras, horários, prazos, etc.

Eu sei que é chato, mas sem comprometimento nos colocamos à disposição do destino, vendo o tempo passar sem fazer algo por si mesmo, pelo seu próprio futuro.

Sabe aquele sonho que você pretende realizar? Então, comprometa-se!

Débora Martins é professora, consultora, escritora e especialista no gerenciamento das relações entre empresas e clientes.

Elogie efetivamente o bom desempenho

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O elogio e a crítica são duas ferramentas essenciais da gerência. Se utilizadas adequadamente, muito contribuem para o desenvolvimento da eficácia e das atitudes do empregado no trabalho. Mas o elogio precisa ser adequadamente aplicado, oportuno e realmente merecido. Pressupõe a permanente utilização de tato pelo gerente para perceber a ocasião, a objetividade para focar o problema a ser tratado, o sentido de justiça para abarcar os seus diferentes ângulos e perspectivas, a sensibilidade e a habilidade para se relacionar com os colaboradores. Sem esses pressupostos, tanto a repreensão pode perder significado e até ser contraproducente quanto o elogio pode ser igualmente ineficaz.

O elogio não é a panacéia para todos os males, capaz de curar quaisquer problemas de relações humanas. O elogio não merecido soa como um ato manipulativo, injusto, verdadeiro insulto a uma pessoa adulta.

O gerente, que tem o hábito do “elogio fácil”, dirigido a torto e a direito, dá a impressão de que se contenta com pouco, e assim, inadvertidamente estimula o desempenho medíocre de seus subordinados. Tal hábito, em vez de estabelecer um clima de camaradagem e descontração, cria uma cultura de lassidão e de pouco empenho no trabalho, redundando, ao fim e ao cabo, num nível de desempenho, tanto da equipe como de seus membros, em espiral descendente de qualidade e produtividade.

Aprenda a guardar os seus elogios para eventos que efetivamente mereçam. Só assim você estimulará os seus subordinados a desenvolverem-se tanto como indivíduos quanto como profissionais.

O colaborador não se sente confortável em receber um elogio por algo que realizou, se os seus colegas o fazem igualmente tão bem quanto ele. Mas, se mesmo assim, o seu elogio contribui para melhorar o desempenho do colaborador, transmita o seu reconhecimento de forma reservada, e agradeça os esforços que ele faz para progredir.

Os elogios abundantes por uma realização espetacular parecerão palavras ou gestos vazios se não forem associados a alguma forma de reconhecimento. O que quer que você faça para assegurar o reconhecimento ao bom trabalho, não deixe de certificar-se se as suas palavras não soam como agradecimentos destituídos de concretude, se não transparecem ser apenas gestos ou palavras ocas.

Nunca se valha do elogio para um colaborador de bom desempenho para incitar ou cutucar os demais. Esta é certamente uma forma insidiosa de suscitar ressentimentos, contaminando o clima de solidariedade e de cooperação que deve presidir o comportamento de pessoas voltadas a propósitos comuns. Aqueles que são avaliados como tendo desempenhos excelentes podem exercer um papel bastante positivo na construção da equipe, induzindo os seus colegas a um desempenho crescentemente melhor. Mas, se os demais percebem que o elogio pode ser uma critica dissimulada a eles, certamente será contraproducente. Farão de tudo para sabotar o “Caxias”, e o desempenho de todos afrouxará. Mais do que destacar que todos o devem imitar, deixe-os normalmente perceber o quanto você valoriza, reconhece e aprecia o bom desempenho.

Wagner Siqueira é Presidente da Escolinha de Artes do Brasil

Ter de levantar da cama para ir trabalhar é um martírio? Alerta!

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Domingo à noite quase sempre é um tormento para a maioria das pessoas que precisam acordar cedo na segunda-feira. Mas você já parou para pensar por que é tão difícil levantar da cama para ir trabalhar? Será que você está insatisfeito com o que faz e a inércia não permite que você saia da zona de conforto? Ou será que já virou hábito reclamar do trabalho?

Essas são questões que você precisa se perguntar urgentemente. É natural que o cansaço ou estresse o deixem sem vontade de ir trabalhar de vez em quando. Isso mesmo, de vez em quando. Agora, se a falta de motivação é recorrente, sinal amarelo! Alguma coisa está errada. Os sinais são bem claros, quem gosta do que faz acorda com toda disposição para mais uma semana. Se esse não é o seu caso, está na hora de procurar algo que te motive, que te faça feliz.

O problema é salário? Fale com seu chefe e tente um aumento. Não recebeu a promoção que tanto deseja? Ressalte os resultados que alcançou para ter a chance de ser premiado. O mercado está aquecido e este é o momento ideal para se movimentar. Mexa-se, pare de reclamar. De nada adianta ficar resmungando. É pura perda de tempo. Lute, vá em busca de sua felicidade.

Passamos dois terços de nossas vidas no trabalho. Então, não dá para ficar resmungando, infeliz, brigando com todo mundo ao redor. Aproveite o final do ano para rever as metas que foram traçadas. Veja o que você cumpriu e o que deixou por fazer. Planeje, execute. A vida é muito curta para você viver se martirizando, não é mesmo?

Às vezes é preciso dar uma “sacudida” para ver como fica!

Julio Sergio Cardozo é conferencista, consultor de empresas e professor. 

 

Estratégias para evoluir – entrevista com Reynaldo Saad

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Reynaldo-SaadPara Reynaldo Saad, sócio da consultoria Deloitte, o Brasil acertou o rumo do crescimento e o varejo foi um dos responsáveis pela boa atuação diante da crise mundial. Mesmo assim, ainda é preciso ir adiante em áreas fundamentais como os investimentos em educação e a redução da carga tributária que hoje é um dos maiores incentivos à informalidade. Saad foi palestrante na 51ª Convenção Nacional do Comércio Varejista, quando dividiu com o norte-americano Ira Kalish o painel “Tendências e estratégias do varejo global e brasileiro”.

Dirigente Lojista – Os mercados mundiais passaram nos meses recentes por uma forte crise que afetou diretamente as grandes economias, em especial os Estados Unidos e Europa. Ao mesmo tempo, o Brasil passou ao largo dessa crise e demonstrou um poder de recuperação maior do que se imaginava. Como você avalia as causas desse bom desempenho e o papel que o varejo representou nesse momento delicado da economia nacional?
Reynaldo Saad – Isso foi uma consequência do que vinha sendo sedimentado dentro do Brasil já há alguns anos. Foi um processo que já acontecia de uma forma geral – como a melhora do poder aquisitivo do consumidor, atrelado aos incentivos governamentais – e uma situação econômica favorável fez com que o País passasse por um momento atípico em relação ao resto do mundo. E o varejo, junto com o sistema financeiro, foram os “cartões- postais” – digamos assim – do Brasil. Esses setores mostraram que estávamos capacitados a atravessar a crise sem problemas. Deveu-se também ao sistema financeiro sólido, como está estruturado hoje no Brasil, como também a solidez do próprio varejo e um consumidor com o poder aquisitivo bastante importante em comparação com períodos anteriores. Além disso, o varejista, por sua vez, vem lidando com esse consumidor, provendo os melhores produtos e serviços adequados, entendendo as necessidades do consumidor. Isso fez com que o País passasse pela crise sem grandes sobressaltos.

DL – Embora tenhamos saído muito bem dessa crise global, ainda vivemos um cenário desalentador em determinados pontos, como a alta carga tributária incidente sobre o setor produtivo e uma economia muito ligada à informalidade. Como mudar esse quadro?
Reynaldo – Olha, infelizmente o varejista não poderá mudar isso, pois é uma questão ligada ao próprio governo. O que é possível fazer é melhorar cada vez mais a produtividade e a rentabilidade do negócio para tentar suprir essa alta carga tributária que vem incidindo sobre o setor nos últimos anos. Embora seja uma situação insustentável, não dá para mudar em curto prazo. A própria informalidade existe em decorrência da carga tributária alta. Não é uma tentativa de burlar a lei, mas uma oportunidade que o comerciante vê de atender corretamente o consumidor sem essa incidência de impostos, que é acima do que o varejo pode sustentar.

DL – Além de pressionar o governo por mudanças nas leis, você acredita que o varejista brasileiro tem condições de melhorar a eficiência e a rentabilidade do seu negócio por conta própria?
Reynaldo – O varejo já trabalha bastante independente do governo. Hoje as empresas e os próprios empresários do comércio estão muito mais maduros. Apesar de todas as dificuldades com questões de qualificação de profissionais e até de carga tributária, os varejistas têm conseguido desenvolver inovações importantes dentro de seus negócios, o que faz com que os clientes hoje sejam bem melhor atendidos do que algum tempo atrás. Hoje o consumidor está consideravelmente mais exigente do que nos anos anteriores, até pela melhora da sua renda familiar. Mas isso significa também que o varejista de hoje está bem mais preparado.

DL – Diante das adversidades internas, mas também com o desempenho cada vez mais equilibrado da economia nacional, é possível se mostrar otimista com o desempenho do varejo para este ano?
Reynaldo – Tudo indica que no fechamento deste ano teremos um crescimento da economia brasileira tão pujante quanto o do ano passado. Eu acredito que a maior parte dos setores apresentará um desempenho bastante significativo. O ano de 2008, apesar de ter sido ruim no último trimestre, era uma base boa de comparação. E em 2009, apesar de ter sido ruim no primeiro trimestre, também é uma boa referência. Então, se compararmos os três anos, é bem possível que o Brasil atinja um crescimento acima de dois dígitos para 2010.

DL – Altas taxas de juros e reduzido investimento em produção são entraves que podem ameaçar essa perspectiva de crescimento?
Reynaldo – São coisas independentes. A produção está muito ligada à demanda de mercado, e existe hoje um aquecimento natural da indústria brasileira. Os investimentos que estão sendo feitos no setor produtivo são compatíveis com o que precisamos, salvo determinados picos, de alguma indústria que não atende o segmento em que está atuando. Em relação à alta taxa de juros, na verdade é uma política de governo que afeta o varejo pontualmente, no momento em que se aumenta de forma significativa esta taxa. Logicamente que o varejista vai sentir os efeitos dessa elevação em relação ao crédito, só que um pouco mais à frente do que efetivamente na data em que acontecem essas mudanças. Mas nos patamares em que estão sendo levados hoje, não temos um impacto que leve a um decréscimo da rentabilidade do varejo como um todo.

DL – Vivemos hoje um momento muito especial em relação ao crescimento do comércio eletrônico nacional, com o surgimento de novas tendências, como os sites de compras coletivas e o uso mais direcionado das redes sociais para alavancar as vendas. É possível dizer que a internet já se consolidou como um canal indispensável a todos os varejistas?
Reynaldo – O multicanal faz parte da pauta de qualquer empresa de varejo de ponta. Logicamente, nós vemos o e-commerce como uma forma importante de alavancar o negócio. Claro que no caso do consumidor brasileiro, as lojas físicas ainda são muito importantes, dependendo da região onde se atua. Mas o comércio pela internet vem tomando um vulto bastante grande em capilaridade e popularidade junto ao consumidor, mas eu não diria que pode ser con-siderado um dos principais alavancadores do crescimento do varejo. Eu vejo como mais um multicanal que atende a uma tendência mundial em um país em desenvolvimento como o nosso. É claro que a mídia social é importante, pois é importante para um tipo de consumidor que preza por isso. É a forma como ele se comunica hoje. Ou seja, não adianta mandar panfletos para uma geração que está acostumada com chats e blogs na internet. É preciso entregar o que esse novo consumidor quer. A mídia social está inserida definitivamente no e‑commerce e os líderes de mercado já vêm fazendo uso disso.

DL – O último relatório de competitividade do Fórum Econômico Mundial mostrou que o Brasil, muito embora tenha crescido no ambiente macroeconômico, é o pior de todas as 139 nações analisadas no que se refere à regulamentação governamental, tributação alta e instituições fracas. Além de um mercado de trabalho ainda muito rígido, também sofremos com um ensino ainda muito aquém do que se espera. O investimento em educação é a saída?
Reynaldo – A questão educacional no Brasil é um gargalo de fato, onde é preciso evoluir. Se quisermos ser realmente a quinta economia do mundo daqui a dez anos, teremos de fazer alguma coisa diferente em relação à educação, pois o varejo precisa de novos profissionais qualificados para atender ao crescimento na demanda. É claro que a obrigação por um melhor sistema educacional será fruto de um avanço das políticas governamentais, pois não dá para comparar a malha do sistema educacional privado com o público, ainda mais em um país continental como o Brasil.

DL – Como você vê as novas tendências que o varejo internacional começa a assimilar e que já estão aportando por aqui, como a questão da sustentabilidade? Isso pode afetar os preços das mercadorias, encarecendo a operação varejista na ponta?
Reynaldo – A questão da sustentabilidade é algo que já está bastante discutido hoje. Não acredito que vá afetar a precificação no patamar que se coloca na mídia. As empresas que hoje adotam a sustentabilidade têm um tamanho muito menor do que se pensa. Existe, é claro, um processo de adaptação, mas é preciso analisar até que ponto a questão afeta preços, positivamente ou negativamente. Logicamente, se há um custo maior, isso pode ser repassado ao consumidor. Mas também é possível reduzir estes custos e afetar o preço positivamente para o consumidor. Eu acho que ninguém está absolutamente preparado, apesar de se estar discutindo muito, mas ainda não há uma abrangência necessária para medirmos os reflexos significativos dentro do varejo. Sem dúvida, a tendência é de que cada vez haja mais conscientização, dentro de um patamar da biodiversidade e meio ambiente de uma forma geral.

Fonte: Site CNDL 

 

CNDL participa de lançamento da campanha XÔ CPMF

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Foi lançada na tarde de quarta-feira, 17, na Câmara dos Deputados, a nova edição da campanha XÔ CPMF. Isto porque, a presidente eleita, Dilma Rousseff, está convocando os governadores de sua base aliada para assumirem o movimento pela volta do imposto que o povo brasileiro derrubou. Liderada pelo deputado federal Paulo Bornhausen (DEM-SC), o movimento foi criado como uma resposta à recriação do Imposto do Cheque.

O evento foi marcado pelo lançamento do livro XÔ CPMF – A história de uma vitória da sociedade, de autoria do deputado federal. Durante a apresentação do livro, Bornhausen lembrou da cobrança excessiva de impostos. “O povo não pode, não precisa, não merece pagar os impostos extorsivos que lhes são cobrados”, completou.

O presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), que assina o prefácio do livro, participou do evento. Para Roque Pellizzaro Junior, a reedição da CPMF é uma expansão da carga tributária, que é o valor de todos os impostos pagos pelos cidadãos e empresas na proporção das riquezas produzidas no país. “Os varejistas não aceitarão o retorno da CPMF. Os governos devem repensar sobre esse tributo. Estamos mobilizando nacionalmente o movimento lojista contra a volta da CPMF”, afirmou Pellizzaro.

O Movimento Lojista de todo o país recebeu carta enviada e assinada pelo presidente da CNDL que pede apoio de todos as Federações das Câmaras de Dirigentes Lojistas nos estados na luta da não recriação do imposto. As mesmas não tem medido esforços e tem atuado ao lado de parlamentares contra a recriação da CPMF.

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Fonte: CNDL

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Foco Empresarial 1 de fevereiro de 2012


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